domingo, maio 17, 2009

A Arte da Guerra

Hoje eu e o Gu fomos tomar café na padaria e não sei bem por que motivo, mas começamos a falar do livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu e como é fácil fazer dinheiro criando uma versão para ele. Ali, rapidinho, já criamos umas 4 ou 5.

Mas vale registrar aqui como o fato é verídico...

Um general que só conhece a capacidade de suas tropas, mas não sabe a invulnerabilidade do inimigo, terá só metade das chances de vitória.
"Arte da Guerra para arranjar namorado" - conheça as outras mulheres. Na hora de falar com o rapaz (sim, porque nesse tipo de livro a palavra, acredite, é rapaz) ressalte os defeitos de suas concorrentes.
E claro, a mesma explicação será usada no meu "Arte da Guerra para conseguir uma promoção", "Arete da Guerra para ganhar um carro melhor do que o seu irmão mais velho" ou na "Arte da Guerra para conseguir a empregada perfeita da sua vizinha".


Movimente suas tropas com táticas engenhosas de forma que o inimigo não possa prever seu estratagema.
Daí o Chapolin Colorado teve uma inspiração: todos os seus movimentos devem ser friamente calculados. Pense, planeje e faça com que seu marido não repare...
Pode ser usado na minha versão: "Arte da Guerra para levar seu marido para assistir uma comédia romântica". É imprescindível que seja no dia de estréia do filme preferido dele, que tenha mais duas animações da Disney e que o filme de terror seja só dali a 1h45min. Não terá outra opção senão o seu filme. E faça de um jeito que ele ache que a sugestão é dele!!!
Outras versões possíveis: "Arte da Guerra para conseguir a melhor vaga no shopping", "Arte da Guerra para destituir aquela professora maldita" e "Arte da Guerra para conseguir bloquear a data do salão de festas antes da sua vizinha com 5 filhos".

Bom, e por aí vai. Dá até pra fazer "Arte da Guerra em culinária". Se você descobrir o ponto fraco do oponente, você tem que afetá-lo com rapidez. Ou seja, para fazer um brigadeiro cremoso e sem empelotar, é só mexer sem parar!

segunda-feira, maio 11, 2009

There's gonna be a huge pile up...

E então Kimberly Corman completa: "... and everybody's gonna die!" (Final Destination 2)

Tenho me sentido piling up o tempo todo... desde a escola a gente tem que pile up nossos conhecimentos pra poder passar no vestibular. Aí entramos nesta maledeta "Era do Conhecimento", onde saber um pouco de muito é cada vez mais essencial. Particularmente acho que um pouco de muito já ficou pra trás. É preciso saber muito. E de tudo. O fato é que não pra gente dar conta de tudo.

Eu sigo estudando (na minha, claro) para o concurso. E cada nova matéria eu tenho a sensação de saber cada vez menos, de entender cada vez menos.

Saiu a autorização para o concurso. O que quer dizer 6 meses no máximo até o edital, ou então no máximo 8 meses até a prova. E eu não sei absolutamente nada de nada. E não dá mais pra acumular conhecimento. É balela aquele papo de que a gente só usa 4% do cérebro. Isso era quando a gente vivia de escambo. Ou então, o cérebro é como o Excel... tem um milhão de funções, mas eu só uso para as quatro básicas e olhe lá.

Nosso cérebro, há muito, deixou de ser um HD vazio. Ele vai ficando cheio, cheio, cheio. E uma hora dá pau. Ou como diz a Kimberly... everybody is going to die. Oh Lord, do not let it be my brain cells. At least, not until the fucking exam.

quinta-feira, maio 07, 2009

I'm going through changes

Não, não tenho a menor intenção de me bandear para o Lado Negro da Força, mas hoje tomei uma decisão e comecei a fazer algo que venho querendo há muuuuito tempo: ler a Bíblia diariamente. Não me perguntem por que exatamente hoje, mas deve ser porque a hora é agora.

Que fique claro: não vou virar católica fervorosa, porque já estudei em colégio de freiras, que nem gostava (pra não colocar aqui um termo mais, digamos 'salgado') e depois de muito ler a Bíblia tem muita coisa que eu discordo (ou até então eu discordava) dali. Sou católica por formação, por opção, mas minha crença é uma mescla de muita coisa que eu vejo de muita religião. Ou pelo menos do que eu acho que vale a pena crer em cada uma delas.

Enfim, decidi que seria hoje. E comecei. Leio um pouco por dia e vou acabá-la em um ano. Ou por aí. Mas vou lê-la não daquele jeito que nos fazem ler na escola: por obrigação. Com a mente aberta, com a maturidade que eu tenho hoje - e que talvez (ou muito provavelmente) ainda não seja suficiente para que eu compreenda todas as passagens.

Não terei uma ordem fixa. Como nossas vidas não têm, a não ser o famoso nascer, crescer e morrer. Se bem que tem gente que nem cresce. Portanto nem isso tem ordem fixa, a não ser o nascer e o morrer.

E só pra registrar, de tudo o que eu li hoje, acho que vale a pena deixar uma pequena passagem Lc 6 27-28 Amai os vossos inimigos, fazei bom aos que vos odeiam; abençoai os que vos amaldiçoam, orai pelos que vos caluniam.

É isso que faz a diferença. No resto, acho que estamos só sendo nós mesmos, sem pensar.

quarta-feira, abril 29, 2009

Stairway to Heaven

Nunca tive medo de elevador. Nem quando criança. Quando mesmo morrendo de vontade de fazer xixi, era preciso esperar ele chegar até o nono andar, em meio a um tremendo desespero. Aliás, minha mais memorável imagem de criança em elevador é exatamente esta... acho que no 8 1/2 andar (tipo Quero Ser John Malkovich) não conseguir mais segurar um segundo e fazer xixi na calça, coisa que eu não fazia havia pelo menos uns 4 anos. E na época eu tinha 6. Lembro como se fosse hoje. Ainda assim não tive trauma, apesar do que possa parecer.

Já fiquei presa um milhão de vezes. Uma vez no Almenat fiquei presa com 3 clientes e por sorte estava com um baralho. Até que a manutenção chegasse e nos resgatasse - em meio à uma partida de truco.

Enfim, nunca troquei o apertadinho pela garantia de pernas torneadas pela escada. Bom, exceto uma vez, em Barcelona, por motivos óbvios. Não, não era conseguir a proeza. Era evitar a porcaria da fila, que demorava mais do que subir e descer a Sagrada Familia 3 vezes. Aliás, nem foi um feito, porque apesar de eu ter conseguido, passei os 3 dias seguintes da viagem com as pernas literalmente bambas.

Pra registrar para mim: sou fã de escadas. De pernas bambas ou não. De preferência sim. E que sigam rumo ao céu.

terça-feira, abril 07, 2009

Se você obedecer a todas as regras, vai perder toda a diversão

É f...
Eu fico pensando em um milhão de coisas ao mesmo tempo. Voltei a ter insônia. Esse negócio de estudar para o concurso pega pesado e além disso, bem. Whatever. Não dá pra colocar aqui tudo o que eu queria. Uma pena.

Eu acho que ainda não fiz nenhum post sobre a tentativa de engravidar. Ainda vou fazer. Ou talvez ele saia aqui, agora.

Depois de quase os malfadados 18 meses eu começo a pensar que só vai rolar na hora que sair a porcaria do edital deste concurso, porque Deus é e sempre foi (ainda bem) muito perfeito comigo. Outras vezes que não vai acontecer porque Ele tem outros planos pra mim.

Essa questão dos planos Dele é que me intriga, porque mesmo que a gente tente driblar isso fazendo sexo de manhã, de tarde e de noite - já que o tradicional dia sim dia não recomenddo pelo médico não funcionou, vamos no meu método que pelo menos eu me divirto mais -, às vezes eu fico meio frustrada.

Não dá pra chamar de encanação. Eu tenho vontade, às vezes eu tenho medo, às vezes eu tenho saudades da vida de solteira. Acho que todo mundo tem. Apesar do fato de minha vida de solteira ser um pouco mais diferente que a da maioria das minhas amigas pelo excesso exacerbado (isso é um pleonasmo?) de baladas.

Mas o passado é passado, bola pra frente e agora esse negócio de engravidar que fica na minha cabeça... será que eu não quero e é por isso que não acontece? Algumas amigas dizem que na hora que eu desencanar eu engravido. Eu acho que a única mulher que quer engravidar mas está encanada com outras coisas sou eu. Portanto nem isso é desculpa.

Whatever again. Vai pras mãos de Deus. Como tudo sempre foi na minha vida. Ele dá o rumo certo.

segunda-feira, março 30, 2009

Se é pra ganhar, não vou parar!

Dá ou não dá uma alegria? Tá certo que assistimos ao filme na semana passada, mas dá pra voltar... Ganhei ingressos para o The Spirit. Aqui o link pra provar!

terça-feira, março 10, 2009

Velas brancas do mar vão surgindo

Um post dedicado às nossas férias ultra-a-jato para organizar, quase nada a jato pra chegar.
Calma, eu explico. Bom, não dá pra dizer que é fácil escolher para onde ir, mas com o tempo que tínhamos para fechar o negócio não dava para elocubrar. E com a bolsa como andou nos últimos meses e com a (triste) saída do Thomas lá do Porto - tema para um próximo post -, não tínhamos coragem para gastar muita grana. Portanto optamos por uma viagem nacional, mas em um certo alto estilo. Decidimos por Jericoacoara.

Fortaleza e Jeri, para sermos mais precisos. Só que a verdade é que Fortaleza foi meio pró-forma, pelo tempo que tínhamos e tudo o que queríamos descansar em Jeri. Portanto, Fortaleza com seus mil passeios ficou meio de lado.

Saímos daqui no dia 27 em meio ao maior sol e com previsão para tempo chuvoso por lá. Coragem. Chegamos somente para passar a noite. Mas antes disso, não posso deixar de declarar que ficamos muitíssmo bem hospedados no Confort Fortaleza que, sorte a nossa, ficava a apenas duas quadras do Camarões. Preciso terminar o parágrafo? Eu termino... Dormi quase morrendo...

Pela manhã pegamos o ônibus executivo para Jericoacoara, na expectativa de uma viagem de 5 a 6 horas, como prevê a Cia transportadora. Ledo engano. A viagem demorou um pouco mais de 7 horas, mas pelo menos, ao chegarmos na Pousada Jeribá, onde ficamos a surpresa foi ótima. Chama pousada mas é um dos melhores hotéis de Jeri, ficando atrás do Mosquito Blue que abrimos mão, já que não tinha aptos com vista para o mar (sim, eu não falei que foi em alto estilo, dentro do possível?). Ficamos num quarto perfeito, a pousada é linda, frente mar, pé na areia, tudo de bom. Jantamos - camarão - no hotel, uma breve caminhada na vila e dormimos. Chuva de noite, já nos assustando com aquela previsão maldita.

Bom, para resumir... Jeri é demais. Caminhamos bastante, fomos até a deslumbrande Pedra Furada, nadamos absolutamente demais, tomamos bastante sol - sim, ELE foi o rei todos os dias. Aliás, a previsão do tempo é o emprego dos sonhos, como eu sempre digo. Erre à vontade e você nunca vai perder o emprego. Pegamos MUITO sol. Tanto que não dava para aguentar. O tempo chegou a ser chuvoso todos os dias. Lembro-me vagamente de ouvir o temporal das 3 às 6 da manhã. Aliás, um dia foi mais complicado, porque levantamos às 7h30 para tomar café e ainda estava terminando de garoar. Claro que só até terminarmos o café. Daí o sol reinou unipotente.

Não dá pra não falar da comida, rainha dos nossos dias. Esse negócio de quem sai de férias e só toma café-da-manhã e janta é coisa de gente miserável. Comemos muito e comemos como reis. E o melhor é que o prato de lagosta/camarão mais caro que chegamos a pagar foi R$ 70,00. Em média ficava nos R$ 55. Mas se eu falar o tamanho dos pratos, mete medo até em caminhoneiro. Óbvio que a gente não deixou nada no prato, considerando o tanto de gente passando fome no mundo, seria até desrespeito. Tanto que no último dia de Jeri, acho que meu fígado disse CHEGA. E do pó ao pó. Uma pena. Desperdicei uns bons R$ 25. Estavam tão bom... O saco foi voltar no ônibus me sentido daquele jeito. Para registro, 3 restaurantes... o Carcará, que é famoso, a Dona Amélia, onde comemos um camarão no abacaxi fantástico e o Bistrogonof, onde comemos um peixe com castanhas que estava uma loucura.

De volta em Fortaleza, fomos num show de humor, mas nem com humor a mais meu marido não me levou num forró. No único dia inteiro que ficamos por lá, fomos ao Beach Park, que eu não conhecia e que foi o máximo. Fomos um monte de vezes em cada atração, porque o parque estava super vazio. E claro, no Insano também, como não poderia deixar de ser. 41m de queda (quase) livre, pura adrenalina. Pena que não deu tempo de ir mais. Mas já valeu. E o passeio foi excelente. Aliás, descobri onde fica o Alphaville de Fortaleza - no caminho do Beach Park. Na ZL de lá. Ou seja, esta viagem valeu para um monte de coisas. E além de tudo pra mostrar que eu quero sim, morar na ZL. Só que na da terrinha.

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Meu coração agora é todo Carnaval

Eu A-DO-RO Fevereiro. Primeiro porque ainda fica um tempão no horário de verão, que eu acho o máximo. Depois porque tem tudo aquilo o que a gente gosta (exceto o fim do horário de verão e as chuvas torrenciais)... sol, dias lindos, muito calor - que pra mim nunca é demais e... Carnaval.

E depois de 5 anos com o Gu sem pular Carnaval - com ressalva apenas para um excepcional Carnaval a 6 no Guaru, com músicas de carnaval e fantasias -, voltamos para Brotas este ano.

Fui no maior gás porque foi logo depois do 'Churras na Laje' com a galera do mal da Central, que foi óóótemo. E aí além da bebedeira daqui teve a puladeira de lá. E eu me pegunto... por que diabos eu deixei de pular carnaval nos anos passados? Eu AMO Carnaval. Eu enlouqueço, eu pulo, eu danço, eu bebo... é aquela época do ano que a gente tem a sensação de que se morresse (desde que na quarta-feira de cinzas, lógico), teria cumprido o papel na terra. É assim que eu me sinto. De alma lavada.

Tá certo que o Gu estava doente por causa da cervejada com o Xinho, mas sinceramente foi ótimo para os dois... ele ficou em casa jogando videogame feliz da vida enquanto eu pulava enlouquecida, mais feliz da vida ainda. Depois a gente se encontrava para bem, treinar, se é que todos me entendem. Nós dois felizes e bem resolvidos. O que pode ser mais Carnaval que isso?

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Foi Vapt Vupt!

No meio dos meus estudos meu marido me liga enlouquecido, quita-feira, véspera de Carnaval com a notícia de que precisamos com urgência sair de férias. Na próxima quinta. O QUE??? Faltando duas horas para encerrar o expediente (oficial) das agências de turismo que estão enlouquecidas com as saídas de Carnaval, ele quer que eu feche alguma coisa, naquele exato momento. Ele só não sabe exatamente o que fazer nestes 10 dias. Fácil...

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

A marvada da cachaça

São dois pontos de vista. O meu e o do Gu.

Que eu sempre fui baladeira, o mundo todo sabe. Deixei de ser por inércia casamentícia, diga-se de passagem.

Mas semana retrasada saí para beber com a turma do curso. Quer dizer...com a turma que aguentaria o tranco de ir beber na quarta-feira, seguindo uma quinta com Direito Tributário. Foi ótimo, tomamos todas, morremos de rir e nos divertimos muitíssimo.

Semana passada o Gu foi beber com o Xinho e eu não quis ir, porque o mundo ia cair das mãos (molhadíssimas) de São Pedro. Ele provavelmente bebeu metade do que eu mas, por mais maluco que possa parecer, está háuma semana doentíssimo, dizendo que nunca mais sairá de casa.

E eu, preparando o encontro com a turma amanhã, aqui.

Cada um, cada um...